Casa Florescer
Casa Florescer
O que é
Acolhimento a 30 mulheres transexuais e travestis em situação de vulnerabilidade social e que são acolhidas em regime de 24 hrs. Acolhimento, atendimento social, psicológico.
Promover a articulação de rede.
Pessoas que possam ministrar oficinas temáticas, orientações.
Desde 2016, a Casa Florescer, Centro de Acolhimento Especial (CAE) voltado a mulheres trans e travestis, tem se consolidado como uma política pública de referência na promoção da autonomia, dignidade e reconstrução de trajetórias de vida. Dos 1.684 atendimentos realizados nas unidades I e II, 286 pessoas — cerca de 17% — conquistaram a chamada saída qualificada, alcançando autonomia após o acompanhamento socioassistencial. Outras 137 pessoas (9%) foram inseridas no mercado de trabalho, resultado do acompanhamento individualizado oferecido pelo serviço.
Pioneira no Brasil, a Casa Florescer integra a rede socioassistencial da Prefeitura de São Paulo, por meio da Secretaria Municipal de Assistência e Desenvolvimento Social (SMADS), em parceria com a OSC CROPH (Coordenação Regional das Obras de Promoção Humana). O serviço acolhe até 30 mulheres trans e travestis em situação de vulnerabilidade social, oferecendo moradia provisória, alimentação, acompanhamento psicológico e social, além de articulação com a rede intersetorial de políticas públicas.
Localizada no bairro do Bom Retiro, na região central da capital, a Casa Florescer conta com uma equipe multidisciplinar composta por assistentes sociais, psicólogo, orientadores socioeducativos, agentes operacionais e equipe de cozinha. O espaço dispõe de dormitórios coletivos, cozinha, refeitório, sala de convivência, lavanderia e quadra poliesportiva, garantindo condições dignas de acolhimento.
Grande parte das mulheres acolhidas pela Casa Florescer chega ao serviço após trajetórias marcadas por abandono familiar, expulsão escolar, violência e discriminação, fatores que fragilizam vínculos sociais e, em muitos casos, conduzem à vivência nas ruas. Para Patricia Assis (38), psicóloga da Casa Florescer, essas rupturas comprometem dimensões fundamentais do desenvolvimento humano.
- Público atendido
- População LGBTQIAPN+
- Secretaria
- Secretaria da Assistência e Desenvolvimento Social (SMADS)


